Apresentação

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Palestras e Mesas Confirmadas

MESAS-REDONDAS DO VI CEPIAL

MR01 – “COSMOLOGÍAS Y ONTOLOGÍAS INDÍGENAS VIVAS: DIÁLOGOS DECOLONIALES”  

Coord.: Lucia Helena de Olivera Cunha

Palestrantes: Ailton Krenak , Armando Marileo, Enrique Leff , Mauro Almeida

Objetivo: Diálogo o intercambio de múltiples saberes socioambientales para la construcción de alternativas del modelo hegemónico, predatorio y concentrador de riquezas – generador de la crisis ambiental y civilizatoria actual. Se impone contemplar múltiples enseñanzas que los sujetos históricos, sociales y ecológicos ofrecen, como contribución viva, patrimonial y ambiental al planeta. Referentes significativos e inspiradores, sea para su permanencia en la historia, sea para la constelación y resignificación de otros mundos posibles desde una ética de la sustentabilidad.

MR02 – MIGRAÇÕES E DIREITOS HUMANOS

Coord. :Edson Belo Clemente de Souza

Palestrates:  José Antonio Peres Gediel  , Manoela de Carvalho, Marco Aurélio Machado, Irmã Rosita Milesi

Objetivo: Algumas ações institucionais criam mecanismos de inclusão em educação, saúde, trabalho, segurança, cultura, mobilidade e moradia, porém não tem sido suficientes face aos interesses diversos da sociedade capitalista. Os grandes movimentos migratórios ocorridos em outros tempos tiveram causas diversas e, dentre elas, algumas permanecem como as frágeis políticas públicas que não asseguram a cidadania desses povos. Em diferentes tempos e em diferentes lugares ocorrem as violações aos direitos humanos. Permear as migrações na perspectiva dos direitos humanos é a possibilidade de trazer esperança à utopia, como por exemplo o direito à cidade. Outro objetivo desta  mesa temática é debater a realidade das migrações,  independentemente das fronteiras territoriais. Em outras palavras, o migrante reivindica, ao mesmo tempo, os Direitos Humanos como cidadão do mundo e o direito nos lugares de instalação.

MR03“INTERCULTURALIDADE: FRONTEIRAS, MEDIAÇÕES, AGENTES E TERRITÓRIOS”.

Coord.: Selma Baptista

Palestrantes: Caroline Glodes Blum, Patrícia Martins, Adriano Fabri, Maurice Seiji Tomioka

Objetivo: Estamos todos ligados a amplas redes comunicacionais exteriores e interiores aos nossos países, cidades, instituições, grupos e comunidades, de tal maneira que a compreensão de tais processos exige recortes, abordagens e metodologias específicas. Neste sentido, analisar tais processos de interculturalidade implica em identificar e qualificar os tipos de mediação e seus mediadores, ligados a territórios geográficos e/ou simbólicos, que emergem nas fronteiras e bordas delimitadas por tais processos sejam eles de pequena e/ou larga escala. Como a interculturalidade é um fenômeno complexo que envolve múltiplas dimensões, pretendemos debater alguns dos aspectos associados com as capacidades de resistência e de resiliência cultural, tais como condições de sobrevivência e reprodução dos patrimônios materiais e imateriais de alguns grupos e populações subalternas latino-americanas.

MR04 – “AGROECOLOGIA, SAÚDE E GOVERNANÇA: PESQUISA E EXTENSÃO PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL E O BEM VIVER NA AMÉRICA LATINA”

Coord.: Manuel Flores Lesama

Palestrantes: Paula Gabriela Nuñez, Carolina L. Michel, Nicolas Floriani, Humberto Tommasino, Lisardo Quintero Osorio 

Objetivo: Esta mesa tem como objetivo apresentar experiências em ensino, pesquisa e extensão universitária para a formação e capacitação participativa em Agroecologia em comunidades rurais latino-americanas. Coordenadores de projetos nessa temática buscarão discutir estratégias de ampliação de novos arranjos institucionais locais tecidas entre comunidade locais, agentes públicos municipais e estaduais e organizações sociais para propor alternativas de governança e desenvolvimento rural territorial, frente aos contextos de ameaças à democracia e a projetos neoliberais na América Latina.

MR05 – “CONTOS E ENCANTOS DE UTOPIAS CAMPONESAS: MEMÓRIAS, IDENTIDADES E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL ”

Coord.: Jefferson Henrique Cidreira

Palestrantes: Nilson César Fraga, Antonio Marcio Haliski , dnilson Almeida Silva, Josué da Costa Silva.

Objetivo: Os interesses políticos da classe no poder sempre vêm carregadas em um discurso que promete trazer modernidade e progresso às regiões e seus povos. Todavia, para quem é esse progresso? E tais políticas realmente trouxeram modernidade? Essas são perguntas que devemos nos fazer para uma reflexão e um debruçamento sobre os conflitos que emergiram por todo Brasil. No Sul do país, por exemplo, tivemos a violência contra caboclos da região do Contestado; no Norte, a usurpação e  cólera contra indígenas e de seringueiros em nome de um progresso. Não obstante os quadros de profunda exploração dos seres humanos e dos bens territoriais, estratégias de visibilização e de defesa de seus direitos seculares e de seus modos de vida, fazem com que essas populações rurais da América Latina ressignifiquem constantemente suas estratégias de resistência contra as necropolíticas neoliberais de modernização do mundo da vida , impulsionando novas formas de transformação sociais na América Latina.

MR06 -“CONTRIBUIÇÕES DOS SABERES INDÍGENAS E CONCEPÇÕES DO BEM-VIVER PARA UMA EDUCAÇÃO INTERCULTURAL NA PAN-AMAZÔNIA”

Coord.: Daniel Belik

Palestrantes: Alessandra Severino da Silva Manchinery, Soleane de Souza Brasil Manchineri, Fredson Antônio Souza da Silva geógrafo , Gasodá Suruí 

Objetivos: “A proposta dispõe-se a abordar as contribuições da concepção indígena do “Bem Viver’ para uma educação intercultural na Pan-Amazônia. Para tanto, discutiremos um conjunto de experiências e saberes de povos indígenas que ressaltam a importância de seu modo de vida para o bem-viver de pessoas e povos neste mundo marcado pelo consumo múltiplo e que deixou sinais da crise atual ambiental e civilização causada pelo capitalismo e seu suporte ideológico baseado em individualismo e racionalismo, diante  disso, questiona a suposta relação do “”bem viver”” com conceitos modernos-ocidentais como “”desenvolvimento humano”” e “”qualidade de vida””, e trata sobre o “”bem viver”” como expressão de uma utopia baseada na filosofia e na cosmologia nativa e nos processos de resistência indígena à colonialidade do poder. Mas para que haja abrangente conhecimento sobre esse bem-viver é necessário reconhecer a vida a partir de uma cosmovisão – concepção ou visão de mundo – que integra o ser humano à Natureza, esta entendida como sujeito de direitos, independentemente de sua utilidade prática e imediata para os seres humanos. Esse será um grande passo a uma nova comunicação intercultural, a um intercâmbio de experiências e de significações, como a base para outra racionalidade que possa pretender, com legitimidade, à alguma universalidade. Pois nada menos racional, finalmente, que a pretensão de que a específica cosmovisão de uma etnia em particular seja imposta como a racionalidade universal, ainda que tal e muitos pretendem dar valor apenas ao modo de vida ocidental. Uma expressão tão largamente difundida entre os povos originários das Américas que carrega tal carga teórica e de usos locais não pode ficar à margem das discussões sobre interculturalidade. Dessa forma, cabe aprofundar a filosofia do “bem viver” entendendo como ela está disseminada entre os povos indígenas que querendo ou não podem se valer disso para garantir e preservar seus costumes frente à expansão do capitalismo globalizado.”

MR07 – “EDUCAÇÃO INDÍGENA NO CONTEXTO AMAZÔNICO : PRÁTICAS E PESQUISAS”

Coord.: Adriana Francisca de Medeiros 

Palestantes: Agna Maria de Souza Coelho, Francisco Oro Waram, Nedina Yawanawa

Objetivos: No Brasil, nas últimas décadas  o campo da educação escolar indígena foi marcado por intensas discussões pautadas no reconhecimento de um modelo educacional diferenciado, promovidas sobretudo pelos movimentos indígenas e indigenista.  É possível visualizar progressivas conquistas, a partir da aprovação da Constituição Federal de 1988 que reconheceu oficialmente a multiplicidade cultural brasileira e garantiu o direito a uma educação bilíngue e diferenciada. Dessa forma, objetivamos  discutir as práticas e pesquisas no contexto Amazônico a partir dessa nova concepção de educação. Para efetivação dessa proposta a  mesa será composta de 03 ( três) professores indígenas e 2 (dois) pesquisadores   que apresentarão as vivências na docência e na pesquisa na Amazônia.

MR08 – “O PAPEL DO ESTADO E DA SOCIEDADE NA GESTÃO DOS COMUNS”

Coord.:Geraldo Milioli, Sociólogo

Palestrantes: Carolline Ruschel, Milla Ferreira Guimarães, Joelia W. Sizenando Balthazar, Izes de Oliveria, Thoy M. Damiani Becker

Objetivo:  “O Papel do Estado e da Sociedade na Gestão dos Comuns” tem como objetivo conhecer e discutir pesquisas teóricas e práticas com a temática dos comuns e do comum. Acredita-se que estamos vivendo uma crise não só sanitária e ambiental, mas uma poli-crise (Morin, 2012) paradigmática. É preciso buscar e reinventar formas de viver no Planeta Terra. Nessa direção, sugere-se que a vida em pequenas comunidades é referência fundamental para o resgate da ligação do homem com a natureza e alternativa de sustentabilidade.

MR09 – “LOS DESAFÍOS DE LAS ZONAS COSTERAS”

Coord.: Francisco Ther Ríos,

Palestrantes: Marinez E. G. Scherer, Antonio García Allut, Juan M. Barragán Muñoz, Carolina Martínez

Objetivo: El desarrollo local y la autonomía socioambiental en América Latina es un gran desafío de futuro para las zonas costeras. Siendo el manejo integrado de las zonas costeras un proceso de gestión que -entre otros- se centra tradicionalmente en diseñar y poner en práctica estrategias para el desarrollo sostenible en estos territorios, es deseable que no sólo considere aspectos socioeconómicos y distintas disciplinas e instituciones diversas, sino también aspectos socioculturales y socioambientales, ya que en las zonas costeras también se conjugan intereses y prácticas de múltiples actores claves (científicos, funcionarios de gobierno y de organizaciones no gubernamentales y empresariales, pescadores artesanales, comunidades indígenas, educadores y dirigentes políticos) sobre un ambiente, tan diverso como vulnerable.   En este sentido, esta Mesa Redonda se focaliza en responder una cuestión que estimamos de importancia para el futuro de la Región: ¿Cómo potenciar sosteniblemente las zonas costeras a objeto de promover procesos de desarrollo local y autonomía socioambiental en la región latinoamericana? ¿Cómo construir un mejor gobierno de las zonas costeras, sin invisibilizar sus aspectos socioculturales y socioambientales que son parte constitutiva de los territorios?

MR10 – “TERRITORIOS BIOCULTURALES Y SUPERACIÓN DE LA POBREZA EN CHILE”

Coord.: Ricardo Alvarez Abel

Palestrantes: Mauricio Rosenbluth, Fernanda Azócar, Ignacia Escudero, Eduardo Martínez, Luis Iturra

Objetivos: Se exponen los resultados de una serie de estudios desarrollados por la Fundación Nacional para la Superación de la Pobreza de Chile, que abordan problemáticas de pobreza a partir de la noción de Territorios Bioculturales (TBC). Los ejemplos que se exponen incluyen TBC Andino, TBC Wallmapu, TBC Litoral-insular, TBC secano, TBC agradio, TBC urbano y TBC Patagonia interior, asociando en cada caso problemáticas de pobreza, siniestros socioambientales y normativos, y su relación estrecha con el entorno y biodiversidad. Finalmente, queda en evidencia que cada vez que la naturaleza resulta afectada por intereses industriales u otros impactos asociados al modelo de desarrollo imperante, el bienestar humano queda en jaque.

MR11-“GEOGRAFIAS PARA O BEM VIVER. À QUE NARRATIVAS SOMOS DESAFIADOS?”

Coord.: Almir Nabozny

Palestrantes : “Ana Cristina da Silva, Enrique Aliste Almuna, Francisco Gonçalves Junior, Karina Eugênia Fioravante

CONTEXTO: A História da Geografia narrada a partir da tradição textual, expressa como se configurou os temas de pesquisas, as autoridades discursivas, as ideologias envolvidas no discurso geográfico, entre outros aspectos inerentes as condições materiais da existência humana. A Geografia também ritualizou os sentidos da presença humana na Terra, a partir de imagens forjadas do reconhecimento da presença humana, das ações e valores diferenciados por escalas e, da existência vinculada aos aspectos da (re)produção social.  Mapear,  classificar, produzir quadros de natureza são alguns aspectos que exemplificam os compromissos da linguagem geográfica com uma forma de pensamento em posição  denominada por Besse (2014) “olhos de pássaro”. A partir do CONTEXTO cada expositor desenvolverá em sua apresentação perguntas problematizadoras para uma práxis do bem viver – conforme o EXEMPLO: Que narrativas a Geografia pode compor no diálogo com a linguagem e os saberes enraizados?

MR12 -“GÊNERO, SEXUALIDADES E SUBVERSÕES: DISSIDÊNCIAS, ECOFEMINISMO, ARTE E RELIGIÃO COMO POSSIBILIDADES PERFORMÁTICAS”

Coord.: Larissa Zuim Matarésio

Palestrantes: Raoni Lourenço Arraes, Rogerio, Marianne Santos Faulstich

Objetivos: “Para Butler o gênero não é uma identidade estável, ela é constituída de forma tênue no tempo por meio de uma repetição estilizada de atos performáticos. Os movimentos e encenações que vão criar um “”eu generificado”” são construídos por meio das temporalidades sociais constituídas. Então, o “”ser”” é construído pelas repetições performativas que vão se apresentando ao longo dos séculos. Sendo constituída como ato, essa performatividade é passível de mudança e subversão. Subverter tem sido a missão das diversas sexualidades ao longo do tempo, em busca de reestabelecer novos atos de construção do eu e do entendimento que se tem sobre gênero. Assim, o intuito dessa mesa é apresentar como o movimento das sexualidades dissidentes, do ecofeminismo, da arte e da religiosidade têm sido empregados como possibilidades performáticas para subverter os papéis impostos como padrão de uma sociedade patriarcal, eurocêntrica, branca, heterossexual e machista. Serão aceitos trabalhos que se vinculam às temáticas das sexualidades, ecofeministas, artísticas e religiosas por um viés de gênero, que tenham um olhar transgressivo e interseccional.

MR13 – “REAFIRMANDO DIREITOS SOCIOTERRITORIAIS EM TEMPOS DE AMEAÇAS À DEMOCRACIA LATINO AMERICANA: O CASO DAS POPULAÇÕES FAXINALENSES DO PARANÁ”

Coord.: Gustavo Conceição Barh

Palestrantes: Roberto Martins de Souza, Margit Hauer, Dimas Gusso 

Objetivo: A presente mesa visa abordar perspectivas relacionadas aos direitos socioterritoriais das populações faxinalenses do Paraná na atualidade, como uma reflexão às ameaças à democracia latino-americana.

MR14 -“A AGENDA 2030 COMO INSTRUMENTO DE EFETIVAÇÃO DAS VIVÊNCIAS E SABERES SUSTENTÁVEIS”

Coord.: DANIEL RUBENS CENCI

Palestrantes: Anna Paula Bagetti Zeifert, Claide Calgaro, Diana Mabel Arrellano, Roberto Carbonera

Objetivo: A mesa oferece espaço para diálogos de integração dos conhecimentos, saberes e ações concretas, que na construção da Agenda 2030 local e global, tornam efetivos os Direitos Humanos, ressignifica saberes, constrói relações de sustentabilidade e consolida os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS. Analisa, também, o atual estágio do desenvolvimento, os problemas decorrentes do modelo capitalismo contemporâneo, suas crises e o quanto isso afeta/impede a construção de um diálogo comum com enfoque no bem viver e/ou bem comum da humanidade.

MR15 – “CONTRIBUIÇÕES DO ENFOQUE DO NEXO ÁGUA-ENERGIA-ALIMENTOS PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL LOCAL REGIONAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES”

“Coord.: Lorenzo Andrade Delgado

Palestrantes: Gabriela Marques Di Giulio, Maurício César Delamaro, Francisco Ther Ríos, Lisbeth Naranjo Briones

Objetivos: Os processos globalizantes impactam as realidades locais de formas diversas, mas com algumas características comuns: deterioração ambiental, desordenado processo de urbanização, fragilização dos processos educacionais, avanço da desigualdade e da pobreza. O descaso com os graus de interdependência dos elementos que dão suporte à vida intensifica as vulnerabilidades das regiões, cidades e comunidades. Em sentido contrário, a abordagem do nexo propõe pensar os elementos alimentos-água-energia como mutuamente integrados e interdependentes.

Os participantes da mesa deverão buscar contribuir com a provocações que seguem. Como essa visão sistêmica pode impactar mais fortemente a realidade das regiões e das comunidades? Como o enfoque do nexo pode contribuir para interferir nas políticas públicas locais e, em especial, promover a governança participativa integrada desses elementos? Como compartilhar tal abordagem com os atores sociais interessados em promover um desenvolvimento local mais sustentável e mais autônomo?

MR16 -“VIOLÊNCIA DE GÊNERO NA AMÉRICA LATINA: DIFERENTES CONTEXTOS E INTERSECCIONALIDADES.”

Coord.: Elisangela Ferreira Menezes

Palestrantes: Danúbia Zanotelli Soares, Maria Madalena Lemes Mendes Moreira, Martín Torres, Paula Marina Reiter

Objetivo: A violência de gênero é caracterizada como qualquer tipo de agressão física, psicológica, sexual ou simbólica contra alguém devido sua identidade de gênero, que se refere a um conjunto de atributos particulares da masculinidade e da feminilidade, sendo uma construção social e não decorre de aspectos naturais. Tal fenômeno é irrestrito a uma porção territorial, e está contido em todas as classes sociais e grupos étnicos. Em alguns países Latinos Americanos, devido à complexidade e as várias formas como a violência de gênero é praticada, vem se desdobrando em graves problemas de saúde pública e de ordem jurídica, e requer urgência em ser combatido, com vista à ocupação dos espaços com equidade. Alcançar a igualdade entre os gêneros é um dos 17 objetivos na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os países Latinos fazem parte. Diante disso, o objetivo desta mesa é trazer a tona o debate sobre os diversos tipos de violência que ocorrem com as diferentes identidades de gênero, em diferentes contextos na América Latina. Entre essa diversidade, traçaremos um fio condutor para análise da condição desses sujeitos frente ao processo intenso de exclusão e marginalização social, política e cultural que atingem as mulheres através do Feminicídio, Tráfico de Mulheres, Violência no Cárcere, Violência com Mulheres Mulas para o tráfico de drogas e a Violência com a Comunidade LGBTi+. Assim abordaremos a violência contra populações marginalizadas e vulnerabilizadas pela raça, gênero, sexualidade, classe e nacionalidade a partir da perspectiva interseccional e decolonial na geografia de gênero.

MR17 – “IMIGRAÇÃO, EDUCAÇÃO E BEM VIVER: LUTAS, RESISTÊNCIAS E ACOLHIMENTO NO ESPAÇO INTERCULTURAL DAS ESCOLAS.”

Coord.: Zulia Guimarães Cova dos Santos

Palestrantes: Luciana Riça Mourão Borges, Vanessa Generoso Paes, Rosa Martins Costa Pereira, Pricila Suarez Carvallo

Objetivos: Geopolítica e formação das fronteiras na Amazônia brasileira. Fluxos, deslocamentos, exclusão e integração. Crises migratórias contemporâneas. Fronteiras amazônicas e pandemia. Imigrações nas fronteiras amazônicas. Direitos humanos e inserção do migrante na sociedade brasileira. A  escola e suas múltiplas territorialidades. A formação docente e a diversidade cultural presente na Amazônia. Caminhos para ressignificação do acolhimento pedagógico da infância migrante na pandemia. Depoimento narrativo: Desafios e superações no trajeto escolar de uma filha de imigrante.

MR18 – “VIDAS EM MOVIMENTO: PROCESSOS MIGRATÓRIOS, DIREITOS HUMANOS E FRONTEIRAS”

Coord.: Felipe Bueno Amaral

Palestrantes: Gislene dos Santos, Natalia Chudyk, Enrique Coraza, Alex Munguia, Edson Belo Clemente de Souza

Objetivo: Aprofundar o debate sobre as distintas razões e as especificidades dos processos de mobilidade humana na América Latina. Exame de questões relativas aos Direitos Humanos, sejam, violações, garantias, diretrizes de Estados, demandas individuais e coletivas, atuações de Organizações da Sociedade Civil (OSC) como ONGs, institutos, associações, entidades, albergues, etc. Fundamentação e debate sobre processos transfronteiriços, vida na fronteira, como interações, conflitos, relatos, políticas internacionais, trânsito e permanência.

MR19 – “SAUDE E ALIMENTAÇÃO NA AMÉRICA LATINA: DIÁLOGOS INTERCULTURAIS E PRÁTICAS DECOLONIAIS PARA PENSAR O BEM VIVER”

Coord.: Maximillian Ferreira Clarindo

Palestrantes:  Arturo Argueta Villamar, José Gastón Venegs Puñanco, Naomi Mayer, Otávio José Lemos Costa

Objetivo: A mesa tem por objetivo discutir práticas outras relacionadas com alimentação, saúde e cultura na América latina. Trata-se de buscar avançar no diálogo interdisciplinar que a temática recobra e pensar, desde o Sul global, estratégias de valoração dos saberes tradicionais e de enfrentamento as raízes visíveis e invisíveis do colonialismo. A mesa reúne pesquisadores de diferentes países e áreas de atuação, propiciando o diálogo multidisciplinar e em diferentes escalas.

MR 20 – ALIANÇA HISTÓRICA DOS  POVOS INDÍGENAS, QUILOMBOLAS E COMUNIDADES TRADICIONAIS

Programação de ALIANÇA

Coord.: Lucia Helena de Oliveira Cunha, Ângela Mendes e Edel Moraes

Palestrantes: Claudia de Pinho, Célia Regina Neves,  Júlio Barbosa  

Objetivo:  Reunir os vários segmentos e representantes dos povos Indígenas, Quilombolas e comunidades tradicionais do Brasil; Relatar as realidades específica e a realidade comum a todos, e, buscando interseções visando a Unidade na Diversidade; Produzir um documento comum para selar esta Aliança e ser divulgado no Brasil e em toda a América Latina, nos canais de comunicação do VI CEPIAL; Realizar uma ampla campanha política em defesa dos povos tradicionais do Brasil através da aliança dos povos da floresta. 

MR21- “GOVERNANÇA E GESTÃO DE RISCOS E DESASTRES EM TEMPOS DE PANDEMIA”

Coord.: Ariadne Silvia De Farias

Palestrantes: Francisco Mendonça,  Lutiane Almeida, Nayana Machado 

Objeito: A discussão proposta para a mesa redonda enfatiza os processos que envolvem a governança e a gestão de riscos e desastres no Brasil e na América Latina, para além do cenário da crise sanitária global e sob a lente da interdisciplinaridade. Para tanto, está prevista a abordagem de temas norteadores, a saber: 1. Contextualização dos conceitos de risco, vulnerabilidade e resiliência socioambiental; 2. Governança e gestão de riscos no Brasil e na América Latina; 3. Contributos dos campos da ciência, da pesquisa e da educação para a redução dos riscos e desastres; 6. Estratégias e ações para o fortalecimento das competências locais frente aos riscos e vulnerabilidades socioambientais urbanas; 7. Covid-19, sustentabilidade e o futuro das cidades.”

MR22 – “TERRITÓRIOS DA TRANSIÇÃO AGROECOLÓGICA: ALTERNATIVAS PARA PENSAR O BEM VIVER”

Coord.: Celbo Antonio da Fonseca Rosas 

Palestrantes:  Júlio César Suzuki, Romier da Paixão Sousa, Maira Alejandra Amaris Buelvas

Objetivo:  A mesa intitulada “Territórios da transição agroecológica” tem como objetivo discutir e apresentar teoricamente o contexto da inserção territorial no processo da transição agroecológica, e apresentar estudos de casos desse contexto, tanto no Brasil quanto na América Latina, visualizando o papel das Universidades Públicas, assim como sua relação com o modo de vida de camponeses e comunidades tradicionais, num processo constante de trocas e relações. O modelo de produção capitalista predominante desde a década de 1970, tem demonstrado diversos problemas à sociedade, e a concentração fundiária, por meio da mercantilização de alimentos. Dessa forma, a agroecologia possui um papel não somente prático e social para as economias locais, mas também se apresenta como uma proposta contra hegemônica ao padrão de produção capitalista vigente.

MR23 ““MOVILIDAD, ESPACIO Y MEMORIA. INVESTIGACIÓN BÁSICA Y VINCULACIÓN SOCIAL, EXPERIENCIAS DESDE AMÉRICA LATINA”

Coord.: Enrique Coraza de los Santos

Palestrantes: Mónica Gatica, Pablo Blanco, Pilar Uriarte Balzas, Andrea Quadrelli, Magdalena Curbelo, Jeisson Martínez, Ana Sosa, Derlise Goncalvez, Dr. Diego González

Ob”jeitos : Las movilidades humanas son una realidad constante y de larga duración en América Latina debido a diferentes motivos. En algunos casos tiene que ver con las consecuencias de la imposición de modelos socio económicos excluyentes, que generan inequidad y aumentan la brecha social, lanzando a porciones importantes de la población a la pobreza, a la reducción de sus posibilidades de desarrollar un proyecto de vida o de cumplir un proyecto de futuro para sus familias. En otros tiene que ver con diferentes formas de violencia que cada vez más sufre el continente, desde las estructurales, con componentes que tienen que ver con las políticas de gobierno, pero también ciertos problemas sociales como la violencia de género, la de clase, la que se ejerce contra colectivos como grupos indígenas, campesinos, obreros o miembros de la diversidad sexual, niños y niñas. En otros, es violencia institucional e institucionalizada contra personas que desarrollan proyectos sociales o desde confesiones religiosas, derechos humanos, la prensa o grupos políticos de la oposición y la resistencia, tanto política como armada. Finalmente podemos agregar las amenazas que representan el cambio climático, los fenómenos de la naturaleza y los megaproyectos. Todo ello termina expulsando a porciones importantes de la población que busca en la movilidad y en transitar por los espacios una estrategia para salvar la vida o para construir o reconstruir su vida cotidiana y proyectos de futuro. La academia cumple o debería cumplir, un papel fundamental en analizar y comprender estos fenómenos, pero a la vez, debe relacionarse y trabajar con la sociedad civil para brindar herramientas y elementos de colaboración y atención de estos problemas y estos colectivos. Esta mesa buscará dialogar y debatir sobre todos los elementos de intersección entre academia y sociedad en diferentes países de América Latina y es resultado de una red de investigadores e investigadoras abocados a esta temática y esta tarea que han coincidido y decidido trabajar juntos y juntas. Organizaciones con las que se trabaja: MEXICO: Una mano amiga en la lucha contra el SIDA (UMA); Colectivo de atención psicosocial de la frontera sur. ARGENTINA: Cátedra abierta de Género; Cátedra abierta de Pueblos Originarios UNP; Colectivo Las bardas URUGUAY:  Imágenes del Silencio, Madres y Familiares de Detenidos Desparecidos; Equipo Multidisciplinario de Estudios de Frontera; Asociación Idas y Vueltas; Red de Apoyo a Migrantes, COLOMBIA: Corporación Cultural Hatuey; Foro Internacional de Víctimas (FIV); la Colectiva de Mujeres Refugiadas, Exiliadas y Migradas; la Constituyente de Exiliados Perseguidos por el Estado Colombiano. BRASIL: Instituto Mario Alves”.

MR24 – “ECONOMIA SOLIDARIA E DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL: AUTONOMIA, COOPERAÇÃO E BEM VIVER” 

coord.: Reidy Rolim de Moura 

Palestrantes: Luiz Alexandre Gonçalves Cunha, Valmor Schiochet, Marcela Santandreu, Cecilia Mantone Silva

Objetivo: Refletir sobre a economia solidária no contexto da América Latina na perspectiva de transformação, autonomia e desenvolvimento que contemple a decolonialidade, fortalecendo os saberes locais, fomentando a  inclusão econômico-social dos mais vulneráveis, baseado em relações de solidariedade,  autogestão, consumo solidário, preservação ambiental, cooperação e  valorização do ser humano e do bem viver,  entendendo que a luta por uma sociedade baseada nesses princípios pressupõe a construção de processos de  resistência e ação  política, envolvendo todos os que estão de acordo com esta proposta de transformação. As sucessivas crises do sistema, agravadas pela crise da pandemia, têm colocado desafios ampliados aos que lutam por transformação, em virtude do crescimento expressivo da pobreza, desigualdade, desemprego e ocupações precárias, reforçando as propostas de luta por uma economia plural e uma sociedade mais justa. Nesse contexto, a economia solidária tem um acúmulo de reflexão teórica e prática social que apontam que há caminhos alternativos a seguir.  Destaca-se que o papel das universidades tem sido importante pela atuação das  incubadoras de cooperativas populares, nas quais se articulam ensino, pesquisa e extensão, abrindo as instituições de ensino superior aos que buscam a transformação social.

MR25 – “TERRITORIALIDADES DEL BUEN VIVIR: PATRIMONIO BIOCULTURAL, SUBJETIVIDADES ECOLÓGICAS E AUTONOMIAS”        

Coord.: Nicolas Floriani

Palestrantes: Antonio Elizalde Hevia, Juan Carlos Skewes, Jorge Razeto, Dimas Floriani, Adnilson Almeida Silva

Objetivo: Gerar um circuito ativo de reflexão sobre as identidades sociais, paisagens e alternatividades fundadas no patrimônio (i)material das sociedades latino-americanas que possam apontar para construção social de sujeitos ecológicos e autonomias socioambientais frente ao modelo hegemônico civilizatório predatório, concentrador de riquezas, gerador de crises ambientais atuais.

MR26 – OPRESSÕES, RESISTÊNCIAS E EXISTÊNCIAS: DECOLONIZANDO DO CORPO AO TERRITÓRIO”

Coord.: Hellen Virginia da Silva Alves

Palestrantes: Rita de Cássia Domingues, Suzanna Dourado,  Maria Leonice Tupari

Objetivos: A partir da intrusão colonial, os colonizadores impuseram sua visão de mundo aos povos originários, incluindo a sua compreensão sobre os corpos, a cultura e o território, silenciando e subalternizando os saberes ancestrais como estratégia de apagamento de tudo que se distanciava do projeto civilizatório colonial (Cruz, 2017). Nesse contexto, a colonialidade torna-se persistente em nossa formação social, se manifestando cotidianamente em âmbito político, ideológico, jurídico, acadêmico, cultural e nas práticas relacionadas às sociabilidades autoritárias e violentas, à linguagem, ao imaginário social, à memória histórica, cultural e geográfica, nas relações de dominação/opressão de gênero que perpassam nosso modo de fazer e perceber o espaço e na forma como produzimos e consumimos conhecimento (Quijano, 2005). Para descolonizar o pensamento e as práticas que buscam homogeneizar as culturas e os saberes, movimentos sociais, coletivos e indivíduos buscam subverter a lógica e a opressão colonial organizando macro e/ou micro movimentos de (r)esistência que reclamam o direito de existência de seus corpos, modo de vida, cultura e  territórios. Essa mesa tem como objetivo discutir a importância dos macro e micro movimentos de resistências à opressão colonial desenvolvidas em espaços plurais (acadêmicos, sociais, políticos, comunitários e/ou outros) como mecanismos de reinvindicação ao direito de existência dos corpos e dos territórios. Serão aceitos trabalhos vinculados às temáticas dos feminismos latino-americanos, decolonais, do bem-viver e da defesa dos corpos, da natureza e dos territórios estruturadas a partir de olhares subversivos e interseccionais sobre gênero.

MR27 – “UNIVERSIDADES E CONSTRUÇÕES DO BEM VIVER A PARTIR DA EDUCAÇÃO DECOLONIAL”

Coord.: Lisanil da Conceição Patrocínio Pereira

Palestrantes: Beleni Salete Grando, Claudia Cristina Carvalho, Waldinéia Antunes de Alcântara Ferreira, Luiz Augusto Passos, Teresa Cunha 

Objetivo: A proposição da presente Mesa é discutir a produção científica em Programas de Pós-graduação em Mato Grosso-Brasil, colocando em relevo elementos de decolonialidade a partir de parcerias que temos buscado fora do país. Tem se objetivo de discutir o conceito (decolonial) propriamente dito e a busca do bem viver em comunidades que preservam a identidade cultural e que ainda não se submeterem ao modo perverso do capitalismo. Para tanto, temos buscado inspiração em autores que trabalham de forma decolonial. Este grupo de professores tem transitado pelo universo decolonial e deixado sua contribuição, em se tratando das discussões sobre a temática.

MR28 SABERES POPULARES E TRADICIONAIS – O SABER COMO RESISTÊNCIA E A RESISTÊNCIA COMO SABER

Coord.: Tautê Frederico Oliveira  

Palestrantes: Mestra Lucely Pio, Ivanita Gonzaga Pio, Rita Honotório

Objetivo:  A proposta da mesa é pensar e debater como os saberes populares e tradicionais tanto nas comunidades como no interior da academia e espraiados na sociedade de forma geral é indutor de múltiplas transformações, fundamentalmente no modus operandi e vivendi das práticas sociais na modernidade tardia. Mutações que se processam no âmbito material, espiritual e sociopolítico de nossa sociedade, consubstanciando-se em dinâmicas de resistência da memória, das práticas e dos saberes de forma geral, marcadamente da cultura e presença negra na formação cultural, epistêmica e espiritual do território brasileiro.

MR29 – O PAPEL DA UNIVERSIDADE E COMUNIDADES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA AGENDA 2030

Coord.: Sandra Dalila Corbari

Palestrantes: Sérgio Avellar, Maria do Carmo Martins Sobral, Carlos Alberto Cioce Sampaio

Objetivo: O modelo hegemônico de desenvolvimento tem gerado, ao longo do tempo, externalidades socioambientais que alimentam uma crise humanitária planetária, apontando para a necessidade de alternativas. Estas vêm sendo delineadas a nível global, tendo como um de seus mais conhecidos resultados a definição dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), pela Organização das Nações Unidas (ONU). Frente à necessidade de mudança de paradigma, os esforços ocorrem em diferentes setores da sociedade e as universidades – e a ciência como um todo – representam um meio significativo para o alcance dessas metas de desenvolvimento sustentável. Com base nisso, a mesa-redonda terá como foco a apresentação e discussão sobre o papel das instituições de ensino superior e das comunidades para a implementação da Agenda 2030, com foco nos ODS. O debate buscará discorrer, também, sobre como a Agenda 2030 pode ser um norteador das ações universitárias (pesquisa, inovação, ensino, extensão e a própria administração universitária ) de maneira que busquem impactar positivamente a sociedade.

MR30 – A NATUREZA NA PRODUÇÃO E A PRODUÇÃO DA NATUREZA: O DIREITO À  PRODUÇÃO E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL.

Coord.: Alfio Brandenburg

Palestrantes: Valdir Frigo Denardin, Cimone Rozendo de Souza, Cristiane Coradin, Kauê Pessoa

Objetivos: A modernização dos processos produtivos fez com que a relação sociedade e natureza se distanciasse cada vez mais, em particular na produção agrícola. Como demonstram os estudos, o avanço dos processos agroindustriais, modificam não somente os processos produtivos, mas também tempos e espaços criando ambientes artificiais. Essa caminhada rumo ao artifício protagoniza crises de ordem diversas, mas principalmente a socioambiental. Urge, nesse sentido, que se resgate um elo, que Edgar Morin denominou de perdido, no percurso do processo civilizatório. Esse elo, hipoteticamente estaria contido numa reaproximação com mundo natural e no resgate de princípios que regem o mundo biológico O social e o natural, nesse sentido, não apontariam para uma ruptura, mas para uma associação e uma convivência complementar e parcimoniosa. Essa perspectiva subjaz a discussão dessa mesa, que tem por objetivo discutir práticas e ações que resgatam a natureza nos processos produtivos, em particular na produção alimentar, ao mesmo tempo que a reconstroem. Assim, irá analisar e discutir os exemplos de políticas públicas e de ações sociais que recriam formas de gestão, práticas sociais e técnicas de produção e de modos relação com o mundo natural. Nesse sentido que a perspectiva de uma ecologia política poderá nos orientar para análise de experiências de atores. Viver de forma digna e saudável não é um apenas direito de uma classe ou de algumas categorias, mas de povos e populações marginalizados por processos de modernização de um modelo excludente de desenvolvimento. É por isso que a discussão nos remete para experiências que sejam capazes de apontar para um outro modelo de relação com a natureza e novas formas de relação sociais.

MR31- “SEMENTES CRIOULAS: GUARDIÕES, PRÁTICAS, CONHECIMENTOS E DIREITOS.

Coord.: Cleusi T. Bobato Stadler

Palestrantes:  Zefa Valdivina Pereira, Naiara Andreoli Bittencourt, André Jantara, Maria Terezinha O. Skrzcezkowski

Objetivos: A mesa redonda tem como objetivo principal discutir sobre a produção de sementes crioulas, sua guarda, armazenamento, reprodução, retomando práticas sócio-culturais das comunidades tradicionais. Promover o diálogo sobre as ‘redes’ de sementes agroecológicas, socializar  as  trocas  de  experiências, saberes, práticas e a legislação do resgate e conservação  das  sementes  crioulas, das espécies cultivadas e mantidas por esses povos conhecidos como “guardiões”. Com técnicos, professores, pesquisadores e agricultora, promover uma troca de experiências e conhecimentos, pois “Povo que guarda semente, da VIDA é guardião”!

MR32 – POLÍTICA SOCIAL DE HABITAÇÃO POPULAR: UMA IMERSÃO SOBRE O DIREITO HABITACIONAL E A PRÁTICA DO VIVER COMUNITÁRIO

Coord.: Suzanna Dourado da Silva

Palestrantes: Elineide Barbosa de Carvalho, Dania Contreras Leon, Alejandra Boris, Shirley Nogueira de Albuquerque

Objetivo: A proposta dispõe-se a abordar a Política Social de Habitação de Interesse Social na América Latina, especificamente no Brasil-Colômbia-México, a apresentar as políticas e as ações desenvolvidas pelo estado e sociedade civil na busca pela garantia do direito de viver. Para além das políticas e ações, procura-se estabelecer uma conexão no que tange a reconfiguração espacial urbana, bem como os vínculos sociais, econômicos e culturais que são dissolvidos a partir do processo de gentrificação, dando ênfase à ruptura comunitária; o processo de mobilidade urbana; a criação de espaços topofóbicos; sentimento de não pertencimento; a falta de empregabilidade. Enfatiza-se que a habitação, sendo um direito fundamental, torna-se uma obrigatoriedade dos estados a sua execução. Aborda-se que a habitação é compreendida em seu sentido amplo de moradia, sendo a “casa” a materialização da segurança, do acolhimento, e do bem estar. É o primeiro local social do ser humano, onde suas relações com o outro são estabelecidas, assumindo um papel importantíssimo na formação da pessoa. Por meio destas relações, inicia-se o processo de viver comunitário, onde há um desenvolvimento da relação de pertencimento entre o sujeito vivente e a comunidade no entorno, o que favorece os elos afetivos, sociais e culturais da pessoa. A temática sobre a casa nunca esteve tão evidenciada como na atualidade devido a pandemia da COVID-19, mas o que significa casa aos milhares de latino-americanos que estão desasistidos legalmente? Em atenção a realidade de milhares de seres humanos que não possuem moradia digna, questiona-se sobre as políticas habitacionais de interesse social, bem como estas são formuladas e pensadas, principalmente para a população que se encontra em situação de extrema vulnerabilidade socioeconômica e apresentam-se ações desenvolvidas por organizações e movimentos sociais na luta pela habitação.

MR33- SISTEMAS PARTICIPATIVOS DE CERTIFICAÇÃO AGROECOLÓGICA

Coord.: Telma Regina Stroparo

Palestra”antes: Estevan Leopoldo de Freitas Coca, Paulo Niederle, Virginia Mendes Lira, Cristiano Motter, Marcos A.Gonçalvez

Objetivo: Discutir os aspectos legais dos processos de certificação agroecológica e a implementação de circuitos curtos de comercialização.  Serão abordados assuntos como a valorização dos produtos locais, transparência e rastreabilidade, selos certificadores, associativismo e geração de renda, bem como dificuldades e alternativas para escoamento da produção agroecológica.

MR34 – NO UNIVERSO LATINO-AMERICANO, O CENTRO ESTÁ EM TODAS AS PARTES:  COOPERAÇÃO CULTURAL E AUTONOMIA

Coord.: Margarida Nepomuceno 

Palestrantes: Joana de Fátima Rodrigues, Humberto Espíndola, Lalada Dalglish, Simone Rocha de Abreu

Objetivos: Artistas, escritores, professores, dentre muitos outros intelectuais da América Latina acumulam longa história de convivência, de profundo diálogo e interação cultural entre si. Às vezes com ações orientadas pelos governos ou como atores independentes que acreditam ser a cultura o ponto de conexão com os diversos níveis de expectativas sociais, e que deve ser assumida como alavanca nos processos de integração democrática e soberana entre os povos do Continente.

MR35 – MARIAS EM DEFESA DAS, FLORESTAS E AGUAS E TERRAS

Coord.: Rosilene Lima Martinse Joaquim Shiraishi Neto

Palestrantes: Maria Nice Machado Aires, Maria do Rosário Soares Ferreira, Maria Antônia dos Santos

Objetivo: A região da Baixada Ocidental Maranhense é área de “ocupação antiga” do estado do Maranhão – e desde 2000, foi declarada sitio Ramsar -, onde se localizavam as grandes fazendas monocultoras/ exportadoras baseadas no trabalho escravo. Com o decadência e desagregação dessa economia, os ex-escravos organizaram todo um complexo sistema de uso comum das terras, das florestas, dos lagos e dos rios. Na década de 1960, a pretexto de desenvolver a região, foi introduzido a criação de búfalos. As cercas elétricas, que separam os moradores dos campos naturais inundáveis, os tanques de peixes e os canos, que atravessam as terras, drenando as águas, vêm mudando a paisagem e desestruturando os modos de vida dos grupos. Contudo isso, há a reinvenção das formas de luta das comunidades, orientada por uma maior consciência identitária. A proposta desta mesa é escutar o que as Marias, Nice, Rosário, Antônia, têm a nos contar sobre as suas experiências e conquistas para fazer valer ao seu modo, as comunidades, as florestas e as águas. Convidamos as Anas, os Josés, as Rosas, os Antônios para contar as suas histórias de resistências e somar as lutas das Marias pelas terras florestas e aguas.”

MR36 – PATRIMONIO, MEMORIA Y DERECHOS HUMANOS: EXPERIENCIAS DE BRASIL Y CHILE

Coord.: Luis Alegría 

Palestrantes: Bruna Portela, Ronaldo Oliveira Corrêa, Yasmin Fabris, Flora Vilches

Objetivo: El propósito de esta mesa es generar un espacio de diálogo e intercambio a partir de experiencias sobre memoria, patrimonio y derechos humanos en América Latina. Ver como museos, centros culturales y otros espacios de institucionalización de las culturas populares desde lo material e inmaterial, han sido presionados por las recientes tensiones en la región, consecuencia de los cambios políticos, la ascensión de gobiernos autoritarios, procesos de revueltas sociales y, por supuesto, limitaciones impuestas por la crisis sanitaria mundial. Para promover el debate, se revisarán acciones desarrolladas en Chile y Brasil, con el propósito de comprender cómo los recientes cambios socioculturales y económicos han atravesado, de diferentes formas, las dinámicas patrimoniales y de representación de la memoria en los dos países.

MR37 – LAS MUJERES DE LATINOAMÉRICA CONSTRUYENDO LOS SISTEMAS ALIMENTARIOS SUSTENTABLES Y SALUDABLES DESDE LA  AGROECOLOGÍA

Coord.: Islandia Bezerra 

Palestrantes: Georgina Catacora-Vargas, Isabel Cristina, Leila Santana da Silva

Objetivo: Refletir sobre as experiências regionais e sobre a trajetória das mulheres na gestão dos sistemas alimentares na perspectiva dos princípios agroecológicos, identificando suas contribuições para o fortalecimento dos processos sustentáveis, resilientes e promotores da saúde sócio-ecológica

MR 38 – CULTURA SOCIOAMBIENTAL E INTERCULTURALIDADE NOS TERRITÓRIOS ESCOLARES

Coord.: Yanina Micaela Sammarco e Marcos Sorrentino

Palestrantes:  Laura Barcia, Miguel Angel Julio, Alcira Rivarosa, Rachel Trajber

Objetivos: Debater as multifunções Territoriais das Escolas, entre elas principalmente a promoção da cultura socioambiental e a interculturalidade. Quanto a inserção ou fortalecimento da cultura socioambiental nas escolas, quais são os desafios, caminhos percorridos, colheitas, novas demandas frente à participação das comunidades escolares no enfrentamento da crise socioambiental? A escola prioritariamente propaga conteúdos ou tem também conseguido se tornar um exemplo vivo de sustentabilidade territorial? Suas funções se limitam ao cronograma semanal escolar ou seus territórios participam da ecologia planetária de maneira integral? Como estão as realidades das Escolas Sustentáveis frente ao desmonte atual ambiental no Brasil? Como a Interculturalidade tem sido costurada com a Sustentabilidadenas escolas? Como tem contribuído para a identidade socioambiental das escolas? A ecologia de saberes nos territórios escolares ainda é uma utopia?

MR 39 – UNIVERSIDADES SUSTENTÁVEIS: A UTOPIA QUE AVANÇA? 

Coord.: Yanina Micaela Sammarco e Marcos Sorrentino

Palestrantes: Javier Benayas, Lorena Alvear-Narvaez, Daniela García, Dulce Pereira

Objetivo: Debater os caminhos já percorridos, atuais e necessidades futuras na concepção de Universidades mais Sustentáveis e Socioambientais. Quanto a sustentabilidade universitária, quais são suas buscas e funções frente à crise ambiental? O que continua igual? O que mudou nas emergências e urgências dessas buscas e funções? Como a Universidade tem caminhado na inserção de uma cultura socioambiental na vida acadêmica, de uma ambientalização universitária, de um enfrentamento ao epistemicidio e ao eurocentrismo hegemônico? A Universidade tem sido uma real oportunidade para a ecologia de saberes com suas comunidades? Diversas vezes tem se afirmado que Universidade Sustentável é uma utopia. Sendo assim, é uma utopia que nos faz caminhar? Temos avançado? 

MR 40 PSICOLOGIA E MIGRAÇÃO: DIÁLOGOS TRANSCULTURAIS 

Coord.: Henrique Galhano Balieiro

Palestrantes: Rima Awada Zahra, Catalina Revollo Pardo, Marina Duarte, Alfredo Martin

Objetivo: Discutir a prática terapêutica e a subjetivação de processsos migratórios de acordo com às ordens psicossociais de aceitação/rejeição do Outro.

LISTA DE OFICINA DO VI CEPIAL

LISTA DE OFICINAS

OF01 – SISTEMAS PARTICIPATIVOS DE CERTIFICAÇÃO AGROECOLÓGICA

Coord.: Telma Regina Stroparo e Estevan Leopoldo de Freitas Coca;

Objetivo:Discute-se os aspectos legais dos processos de certificação agroecológica e a implementação de circuitos curtos de comercialização.  Serão abordados assuntos como a valorização dos produtos locais, transparência e rastreabilidade, selos certificadores, associativismo e geração de renda, bem como dificuldades e alternativas para escoamento da produção agroecológica.

OF02 – “MELIPONICULTURA: OS SABERES BIOCULTURAIS DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS ”  

Coord.: Gustavo Conceição Bahr e Diego Betim

Objetivo:1ª PARTE (TEÓRICA):  definição; espécies e distribuição geográfica; preservação ambiental; geração de renda. 2ª PARTE (PRÁTICA): fazendo as iscas; mudando das iscas para as caixas; principais tipos de caixass curtos de comercialização.  Serão abordados assuntos como a valorização dos produtos locais, transparência e rastreabilidade, selos certificadores, associativismo e geração de renda, bem como dificuldades e alternativas para escoamento da produção agroecológica.

OF03 – “ENSINO REMOTO EM TEMPOS DE PANDEMIA: REFLEXÕES E PROPOSTAS PARA O BEM VIVER ”  

Coord.: Débora Aymoré 

Mediadores: José Edmilson de Souza-Lima, Paulo Vieira Neto e Ronei Clécio Mocellin

Objetivo: Considerando a justificativa do evento VI CEPIAL WEB que destaca “apresentar e sistematizar experiências dos sistemas de práticas (materiais e simbólicas), de saberes e de diálogos de diferentes atores sociais”, bem como a atividade de ensino, de pesquisa e de extensão realizadas exclusivamente por meios remotos no decorrer das medidas de isolamento social na Universidade Federal do Paraná (UFPR) devido à emergência da pandemia COVID-19, a presente mesa visa refletir, promovendo a troca de experiências e de saberes sobre o ensino na graduação e na pós-graduação realizadas entre 2020 – 2021. Os professores convidados a compor esta mesa participaram, entre outros, de disciplina ministrada no Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento (PPGMade), no Programa de Pós-Graduação em Filosofia e na Graduação em Filosofia da UFPR. De tal modo que, mesmo em condições de adaptação acelerada ao ensino por meios remotos, produziu-se material de ensino “potencializadores da autonomia social, ambiental, para a valorização cultural”, como destacado também na justificativa do evento a partir da associação do VI CEPIAL WEB com o projeto de rede UNITINERANTE, que dissemina a proposta fundamental de Bem Viver. Dentre as categorias de análise adotadas nesta mesa de discussão por meios remotos destacam-se “modernidade periférica”, “ecologia das práticas” e “participação”, na medida em que os professores de graduação e de pós-graduação representados assumiram, mesmo que em condições de incerteza, a manutenção da educação adaptada ao distanciamento social necessário para a manutenção da vida, o que corrobora nos níveis individual, social e institucional o valor do Bem Viver.

OF04 – “SEMENTES CRIOULAS: GUARDIÕES, PRÁTICAS E CONHECIMENTOS – “Povo que guarda semente, da VIDA é guardião”!” ”  

Coord.: Cleusi T. Bobato Stadler

Mediadores: Andrea Jantara, Maria Janete Leite

Objetivo: A semente traz consigo o significado de vida, o valor da sobrevivência, da resistência, da continuidade, da perpetuação, uma inter-relação das crenças, os conhecimentos e práticas. Ela vem da natureza, da crença dos indígenas e comunidades tradicionais, associada aos conhecimentos, experiências que os indivíduos têm do mundo, dos significados, valores, saberes, de acordo com o contexto social e cultural onde se desenvolvem. A diversidade agrícola das plantas e sementes cultivadas, sob o manejo das populações tradicionais, em distintos agroecossistemas, deu origem às variedades locais, que também são chamadas de variedades tradicionais e sementes crioulas. No Brasil, plantas cultivadas como milho, feijão, hortaliças, adubos verdes e plantas medicinais representam a maior parcela das sementes crioulas. Muitas comunidades agrícolas têm a figura dos guardiões de sementes com uma função sócio-ambiental na sociedade, pois, se dedicam em preservar este patrimônio cultural, sendo responsáveis pelo cultivo, conservação e seleção de diversas espécies, trabalhando de maneira equilibrada com o meio ambiente e com toda a comunidade rural. A oficina tem como objetivo principal discutir sobre a produção de sementes crioulas, sua guarda, armazenamento, reprodução, retomando práticas sócio-culturais das comunidades tradicionais. Promover o diálogo sobre o estabelecimento de ‘redes’ de sementes agroecológicas, e através desta, disponibilizar sementes para a agricultura orgânica para que sejam validadas pelos agricultores, promovendo trocas de experiências entre agricultores, técnicos, pesquisadores, professores, incentivando a multiplicação de sementes crioulas por todos.

OF05 – “HISTÓRIA E CULTURA INDÍGENA E AFRO-BRASILEIRO” 

Coord.: JEANCARLO PONTES CARVALHO

Objetivo: Desenvolver atividades educacionais, para promover a troca de conhecimento entre estudantes, profissionais da educação, acadêmicos e outras pessoas interessadas nos temas propostos pelas atividades propostos neste. E neste sentido, promover uma atividade educacional promovendo trocas de experiência e conhecimentos teóricos e práticas para acadêmicos, professores e profissionais da educação para desenvolver na sociedade atividades educacionais e culturais para proporcionar ações voltadas para cultura e a história afro e indígena para a sala de aula. Levar a sociedade o conhecimento sobre os inúmeros desafios ainda presentes sobre os assuntos que envolvem as lutas sociais, políticas, culturais, educacionais, como também o respeito e a valorização da cultura, da história e da memória afro no Brasil e no Mundo. Metodologia: A estratégia educacional de referência para a realização da presente oficina se dá por meio do desenvolvimento de atividades educacionais como oficinas, aula expositiva, atividades lúdicas e interação com os participantes, nisto, integrando a teoria e prática, por meio de ações variadas que exigem estudo, aplicação, definição, análise, observação, investigação, decisão, experimentação, avaliação, socialização, projeção, esforços individuais, capacidade de trabalho em equipe entre outros exercícios intelectuais inerentes ao plano político pedagógico educacional da presente escola, conforme planejado para cada plano de execução descrito no presente material. Conforme propõe o encontro, a oficina se dará por meio de encontro virtual, sendo assíncrona e ou síncrona, e nisto, atendendo o número de até 50 pessoas no encontro. Serão entregues, material digital produzido pelos próprios organizadores da oficina, assim como também a disponibilização de links sugestivos para estudos e posterior realização de atividades ligada a educação.  Público–Alvo: Estudantes, professores, educadores, pesquisadores e ou profissionais pertinentes aos temas de interesses. 

OF06- “ALIANÇA HISTÓRICA DOS  POVOS INDÍGENAS, QUILOMBOLAS E COMUNIDADES TRADICIONAIS” 

Coord.: Lucia Helena de Oliveira Cunha, Ângela Mendes e Edel Moraes

Medidores: Claudia de Pinho, Célia Regina Neves,  Júlio Barbosa  

Objetivo:  Reunir os vários segmentos e representantes dos povos Indígenas, Quilombolas e comunidades tradicionais do Brasil; Relatar as realidades específica e a realidade comum a todos, e, buscando interseções visando a Unidade na Diversidade; Produzir um documento comum para selar esta Aliança e ser divulgado no Brasil e em toda a América Latina, nos canais de comunicação do VI CEPIAL; Realizar uma ampla campanha política em defesa dos povos tradicionais do Brasil através da aliança dos povos da floresta. 

OF07- “MEDICINA INTERCULTURAL: SABERES Y DIÁLOGOS DE SALUD EN SUR DE CHILE” 

Coord.: Zenaida  Guerrero  Gajardo

Mediadores: José Gaston Puñanco, Maria  Angelica  Levican  Cañulef, Lidia  Roxana Cid Ulloa, Zenaida  Guerrero  Gajardo, Carol  Susana  Gonzalez  Mardones, Jaime  Jose  Gualaman  Gualaman, Maria  Cristina  Muñoz  Leal, Angelica  Luz  Ancatripai  Perez, Marcos  Edgardo  Lavado Mancilla, Soledad  Del Carmen  Troncoso  Lloncon 

Objetivo: Debater sobre os avanços e/ou retrocessos no reconhecimento da medicina intercultural por parte da sociedade e quais estratégias de visibilização e reconhecimento dos saberes patrimoniais Mapuche são construídas atualmente no âmbito das políticas publicas na Região de los Lagos, sul do Chile. Cada integrante va a tratar un tema relacionado al trabajo que se está llevando acabo dentro del Hospital, que es un hospital de alta complejidad….y como lo ve objetivamente la comunidad Mapuche Williche que se atiende.

OF08- “COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: DESAFIOS DA AMÉRICA LATINA PARA SUPERAR A CRISE DA PANDEMIA 

Coord.: Margarida Nepomuceno, Mayra Coan Lago e Gabriel Dib Daud De Vuono

Objetivo: Já não restam dúvidas que a crise de pandemia do Covid19 aprofundou problemas estruturais já existentes na América Latina. O crescimento econômico dos países despencou 8% em 2020, e o desemprego, impulsionado pela desaceleração mencionada, como também pela implantação da tecnologia de ponta e flexibilização das leis do trabalho, que já vinham ocorrendo, pode chegar na casa dos 30 milhões (OIT). E mais, 20 milhões vivem abaixo da linha de pobreza e os salários tiveram uma queda de 70% do seu valor (CEPAL). Tudo isso em um cenário de extrema desgovernança e de luto pela morte prematura de milhares e  Quais as saídas da América Latina?  Aula 1: análise do cenário contemporâneo na América Latina e de seus precedentes históricos e econômicos. Interação. Aula 2: instrumentos de análise das Ciências Políticas e das Relações Internacionais para compreendermos essa situação; Mercosul e demais blocos da região. Interação. Aula 3: propostas possíveis para pensarmos as saídas da crise; participação da sociedade na formulação de políticas públicas e decisões dos blocos econômicos da Região; experiências que ensinam; criação de Grupo de Pesquisa, estudo e acompanhamento da crise. Interação.

OF09- “REDE DE AGRICULTORES ECOLÓGICOS E OS NÚCLEOS DE ESTUDOS E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA” 

Coord.: Nicolas Floriani e João Dremiski

Mediadores: Antonio Ostrufka , Antonio Silvestre Leite , Lediane Carraro, Claudia Santos, Laercio Cipriano

Objetivo: Apresentar as experiencias de implantação de Núcleos de Estudos e Capacitação sociotécnica em agroecologia, suas conquistas e desafios no contexto da territorialização de projetos de ecologização da agricultura por parte do Estado, do Mercado em tempos de crises sociambientais e pandêmicas.

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